segunda-feira, 1 de junho de 2020

Toffoli marca julgamento sobre inquérito das fake news para semana que vem

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, marcou para a próxima quarta, 10, o julgamento sobre a continuidade ou não das apurações do inquérito das fake news. Na última quinta, 28, o relator do processo na Corte, ministro Edson Fachin, submeteu o caso para o colegiado, optando por não conceder a liminar pedida pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, para suspender imediatamente a apuração, que atingiu empresários e aliados do presidente Jair Bolsonaro.

Na data designada, Toffoli já terá voltado à presidência da Corte após ter ficado uma semana internado para se recuperar de uma cirurgia para retirada de um abcesso e de um quadro de pneumonia. O ministro teve alta no sábado, 30, e ficará de licença médica até o dia 7.

A ação na qual Aras pediu a suspensão das investigações foi apresentada pelo partido Rede Sustentabilidade contra o inquérito aberto no ano passado por Toffoli, à revelia do Ministério Público. Em maio do ano passado, Fachin já havia decidido levar ao plenário da Corte um pedido da legenda para suspender o inquérito que apura ameaças, ofensas e fake news disparadas contra integrantes da Corte e seus familiares.

O pedido feito por Aras, para suspensão das investigações até que o Plenário do Supremo Tribunal Federal estabeleça os 'contornos e limites' da investigação, foi apresentado pelo PGR após apoiadores bolsonaristas terem celulares e computadores recolhidos em uma operação da Polícia Federal no âmbito das apurações.

No novo parecer encaminhado ao STF, Aras disse que a ofensiva da PF 'sem a participação, supervisão ou anuência prévia' da PGR 'reforça a necessidade de se conferir segurança jurídica' ao inquérito. Em outubro do ano passado, o PGR se manifestou no âmbito da afirmando que Toffoli, ao determinar a abertura da apuração, "exerceu regularmente as atribuições que lhe foram concedidas" pelo Regimento Interno do Supremo.

A ofensiva da PF também levou à Rede, autora da ação, a mudar de de posição e pedir a Fachin o arquivamento da ação. De acordo com o partido, se em seu nascedouro, o inquérito "apresentava inquietantes indícios antidemocráticos, um ano depois ele se converteu em um dos principais instrumentos de defesa da Democracia e da lisura do processo eleitoral".

A lei sobre ações de controle de constitucionalidade, no entanto, prevê que, se a ação for proposta, não se admitirá depois desistência do autor do processo. O inquérito das fake news também é contestado pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) em outra ação.

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Actos contra Bolsonaro terminan en represión y enfrentamientos con extrema derecha

Por primera vez desde el inicio de la pandemia, grupos antifascistas ligados a las hinchadas organizadas en Brasil salieron a las calles para pedir la renuncia del presidente Jair Bolsonaro y combatir las manifestaciones organizadas por los seguidores del gobierno, de extrema derecha, que exigen el cierre de los Poderes Legislativo y Judicial.

En São Paulo, las hinchadas organizadas realizaron una manifestación pro democracia en la Avenida Paulista, en la región central de la capital, este domingo (31), y fueron reprimidos por la Policía Militar.

Durante la realización del acto, policías militares enfrentaron a los manifestantes en la Av. Paulista, con bombas de efecto moral y gas lacrimógeno.

Las manifestaciones pro Bolsonaro y contra las medidas de aislamiento social decretadas por el gobernador del estado, João Doria, estaban ocupando la Avenida Paulista todos los domingos semana tras semana, sin ninguna represión por parte de la Policía Militar, pese al incumplimiento del decreto estadual que prohíbe aglomeraciones.

La indignación con esos actos llevó a las hinchadas de equipos con rivalidad histórica a organizar un acto juntas para impedir la manifestación bolsonarista.

Simultáneamente, en Rio de Janeiro, se realizó una protesta contra la muerte de la población negra durante las operaciones policiales en favelas en medio de la nueva pandemia de coronavirus.

Durante el acto, los manifestantes exhibían sus carteles con la frase “Vidas negras importan”, en una traducción de Black Lives Matter, campaña iniciada en los Estados Unidos.


Protesta antirracista en frente a la sede del gobierno en Rio de Janeiro / Mauro Pimentel/AFP

En Rio de Janeiro, la hinchada organizada del Flamengo también realizó un acto pro-democracia. Hubo enfrentamiento entre los participantes en el acto y apoyadores de Jair Bolsonaro en los dos estados de la región sudeste.

En São Paulo, dos seguidoras de Jair Bolsonaro entraron en medio de la multitud de las hinchadas organizadas y profirieron algunas palabras contra el acto. Una de ellas llevaba un arma blanca. Integrantes de las hinchadas organizadas reaccionaron a estos gestos, y en ese momento, la policía tomó la iniciativa de reprimir el acto.

Consultada por Brasil de Fato sobre lo que llevó a la Policía Militar a lanzar bombas contras los manifestantes, la Secretaría respondió que "durante los trabajos, hubo pelea generalizada y la PM actuó para impedir el conflicto entre los grupos antagonistas".

En Brasilia

Jair Bolsonaro volvió a hacer presencia en manifestaciones antidemocráticas en Brasilia. Esta vez, solicitó un helicóptero oficial para sobrevolar la Explanada de los Ministerios. En seguida, el presidente brasileño saludó a los manifestantes sin usar máscara, conforme exigencia del gobierno distrital para el combate a la covid-19, y anduvo a caballo cerca de los manifestantes. En el acto, se exhibieron carteles contra el Tribunal Supremo (STF) y el Congreso Nacional.

Por Twitter,  Bolsonaro publicó un print de un mensaje de Donald Trump, presidente de los Estados Unidos, en que el estadounidense dice que clasificará a "Antifa" como organización terrorista. Antifa es una abreviatura de antifascista. El término se refiere a grupos que luchan contra el fascismo en el mundo. Trump enfrenta, después del asesinato de George Floyd por policías militares, una serie de protestas contra el racismo y el genocidio de la población negra.

El domingo pasado (31), Brasil alcanzó 514.849 casos de covid-19. Fueron 16.409 confirmaciones en las últimas 24 horas. Las muertes llegaron a 29.314, con 480 nuevas defunciones desde la última actualización.

São Paulo continúa siendo el estado con más infecciones, con 109.698 casos. El gobernador João Doria (PSDB) anunció un plan para reapertura de las actividades económicas que entró en vigor este lunes (1º). La medida de flexibilización del aislamiento social contraría las orientaciones de los profesionales de la salud, que alertan sobre el crecimiento continuo del número de casos de covid-19 no solamente en São Paulo, sino en el país como un todo.


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Após denúncias de corrupção e atrasos, hospitais de campanha do RJ têm nova gestão

Dos sete hospitais de campanha do estado do Rio de Janeiro encomendados para o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas) para atender pacientes com a covid-19, apenas um está funcionando. 

Na última sexta-feira (29), uma reunião entre a Secretaria de Estado e Saúde (SES) e representantes da Organização Social (OS) decidiu que a empresa ficará responsável apenas pela gestão da unidade já pronta do Maracanã, que possui 400 leitos, sendo 160 de unidade de terapia intensiva (UTI). Os outros hospitais que não foram entregues ficarão a cargo de um consórcio de empresários indicados por representantes da Federação Brasileira dos Hospitais (FBH) e da Associação dos Hospitais do Estado do Rio de Janeiro (AHERJ).

::Falta de precisão nos dados dificulta controle da pandemia no Rio, aponta médico::

Os hospitais de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Nova Friburgo, Campos dos Goytacazes, Casimiro de Abreu e São Gonçalo seguem sem funcionar. Na sexta-feira (29), uma reportagem do RJTV, da TV Globo, mostrou que a unidade de São Gonçalo, recém-inaugurada, estava sem profissionais de saúde para realizar atendimento e não possuía respiradores disponíveis para os 80 leitos de UTI, apenas para 10. 

Ao Brasil de Fato, a Secretaria de Saúde informou que com as mudanças contratuais, as obras passaram a ficar sob a supervisão da Secretaria de Obras e Infraestrutura do Estado, que vai acompanhar a conclusão dos seis hospitais restantes. As obras permanecem sob responsabilidade da Organização Social Iabas. 

::Capital e Baixada Fluminense concentram quase metade dos recursos de saúde do RJ::

Hoje, uma reunião com a Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) estava prevista para orientar os termos do acordo de transição para garantir a continuidade das obras e a aquisição de insumos e medicamentos. Os hospitais que ainda não foram entregues podem garantir juntos mais de 1,3 mil leitos para atendimento da população.


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Quase trinta mil brasileiros já morreram por causa da covid-19

Com mais de meio milhão de casos, o Brasil segue assistindo ao crescimento da pandemia do coronavírus em níveis alarmantes. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde, o número de infectados registrados alcançou 526.447 pessoas. Em 24 horas foram mais de 12.200 confirmações. 

Pior momento da pandemia no Brasil ainda está por vir, afirma diretor da OMS

Os registros de mortes causadas pela covid-19 no país chegam a 29.937. Entre domingo e segunda-feira novos 623 óbitos foram confirmados. Há dez dias o país se mantém como segundo na lista de nações que mais têm infectados e já é o quarto entre os que mais registraram casos fatais. 

Posicionamentos de Bolsonaro, antes e durante pandemia, chocam mídia estrangeira

São Paulo continua como o estado com mais infecções, com 109.698 casos. Mesmo frente a um total de óbitos de quase oito mil pessoas, o governador João Doria (PSDB) anunciou um plano para reabertura das atividades econômicas. 

Em seguida está o Rio de Janeiro com 53.388 casos de covid-19 e 5.344 mortes. As prefeituras da capital e de municípios da Baixada também anunciaram flexibilização do isolamento

Terceiro em número de casos, o Ceará tem 48.489 infectados e 3.010 óbitos. O estado chegou a decretar lockdown em algumas regiões no início de maio. Nesta segunda-feira, também colocou em prática um plano de abertura.

Com fim do lockdown, Ceará anuncia plano de retomada das atividades econômicas

O que é coronavírus

É uma extensa família de vírus causadores de doenças tanto em animais como em humanos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em humanos, os vários tipos de vírus podem provocar infecções respiratórias que vão de resfriados comuns, como a síndrome respiratório do Oriente Médio (MERS), a crises mais graves, como a síndrome respiratória aguda severa (SRAS). O coronavírus descoberto mais recentemente causa a doença covid-19.

:: Minuto a minuto | Coronavírus no Brasil ::

Como ajudar quem precisa?

A campanha “Vamos precisar de todo mundo” é uma ação de solidariedade articulada pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo. A plataforma foi criada para ajudar pessoas impactadas pela pandemia da covid-19. De acordo com os organizadores, o objetivo é dar visibilidade e fortalecer as iniciativas populares de cooperação.
 


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Dirigente do Botafogo é citado em investigação sobre Witzel e desvios de recursos da saúde

Cartola Na representação contra o governador Wilson Witzel (PSC), o Ministério Público citou um dirigente do Botafogo, vinculando-o a um contrato de R$ 12 milhões, suspeito de fraude. Leia mais (05/31/2020 - 23h15)
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Ministério da Economia troca secretário e quer desregulamentação radical do setor privado

O secretário de produtividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, tem dito internamente que pretende dar largada a uma desregulamentação radical em setores econômicos. Leia mais (05/31/2020 - 23h15)
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domingo, 31 de maio de 2020

Há um ano, Jorge Jesus se tornava técnico do Flamengo

A fotografia de Rodolfo Landim abraçado com Jorge Jesus surgiu na tela do meu celular por volta de meio-dia em Madri, 7h da manhã no Brasil. Faltavam oito horas para a decisão da Champions League. Leia mais (05/31/2020 - 23h43)
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